É foi assim que começou o programa de rádio em 30 de outubro de 1938 às 21hs em Nova Jersey nos EUA. A rádio CBS – Columbia Broadcasting System transmitiu dentro do programa radioteatro a invasão dos marcianos na adaptação da obra – A Guerra dos Mundos, do escritor inglês H. G. Wells, foi representada uma invasão de marcianos sob a forma de uma cobertura jornalística perfeita, com efeitos sonoros, reportagens externas, testemunhas que haviam vivenciado o acontecimento, ou seja, tinham visto os Ets, opiniões de especialistas, autoridades, em fim uma cobertura completa.
Pelo menos três cidades ficaram paralisadas
A CBS calculou na época que o programa foi ouvido por cerca de seis milhões de pessoas, das quais metade passaram a sintonizá-lo quando já havia começado, perdendo a introdução que se tratava do radioteatro semanal, pelo menos 1,2 tomaram a dramatização como fato, acreditando que estavam mesmo acompanhando uma reportagem extraordinária.Houve sobrecarga das linhas telefônicas, aglomerações nas ruas, pessoas saindo desesperadas de suas casas, o pânico paralisou pelo menos três cidades: Nova York, Nova Jersey e Newark, que sofreram a invasão virtual dos marcianos.
E o rádio colocou todo mundo em pânico
Como vocês vem a força que tem a comunicação, principalmente do rádio e não se enganem, contudo o que a mídia hoje revolucionou, com internet entre outros meios, segundo pesquisadores de Haward o rádio ainda é o veículo de comunicação mais utilizado no mundo. Fiz questão de colocar em pauta para vocês nobres leitores esta história real que aconteceu, esta peça radiofônica é de autoria Howard Kock com a colaboração de Paul Stewart e ficou conhecida como rádio do pânico, depois dessa “quase tragédia” é que, as telecomunicações da época tomaram medidas legais que, hoje você ouve no rádio informações repetitivas, para que os ouvintes que acabaram de ligar o rádio se interem da notícia, por isso o apresentador fala, a cada talvez cinco minutos: Estamos apresentando programa tal, tudo em função desta confusão.
Dentro da pauta
Aquele abraço vai para a D. Lurdes Benvenutti, que me disse esta semana ler assiduamente esta coluna e ao Alex que trabalha na secretaria de saúde de Laranjeiras do Sul e aquele abraço para os meus colegas radialistas.
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